Shopping Ocidente: Onde estão nossos valores?
Sábado passado fui a uma palestra cuja o tema era Islã, legal, aprendi muito sobre essa cultura.
Agora o mais interessante de tudo é como eles enchergam nossa cultura ocidental, e de certo modo estão com a razão.
A seguinte história foi narrada:
- Um fulano de um país do oriente médio que não lembro o nome, veio refugiado para o Rio de Janeiro (saiu de uma guerra e veio para outra :p) e chegando em Copacabana avistou aquele monte de mulheres de biquini (“que só usam para dizer que não estão nuas”); ficou pasmo, boque aberto… e fez a seguinte pergunta:
- Onde estão os maridos ou pais dessas mulheres?
- Elas desfilam como pedaços de carne de um açougue!
Paramos então para pensar sobre a realidade. “Tudo que é bonito é para se mostar”, essa é a principal frase na qual algumas pessoas justificam sua falta de respeito com sigo mesma. A opinião alheia agregada aos nossos interesses é a principal influência no modo de agir. Com isso muitos parecem mercadorias ambulantes espalhadas em um “planeta” antagônico ao Oriente. Alguns também não se vestem mais para suprirem a necessidade de estar vestido, estrapolam em luxúria, enquanto outros vivem em pobresa.
Outra narrativa:
- Quando anoitece, o fulano vai ao bar com os amigos, estes se embreagam, exceto ele.
No outro dia, ele faz a seguinte pergunta:
- Que sentido faz vocês beberem e depois serem carregados por alguém que nem se lembram o nome, nem mesmo se o conhecem?
Devemos analisar e refletir sobre as nossas atitudes considerando a crítica oriental, mesmo que essa esteja com seus valores de alicerce vulneráveis a influência do Ocidente.
Fazemo-nos de mercadoria, a música dos Velhas Virgens (Abre as pernas.) retrata com vulgaridade essa situação.
