Quando a liberdade se torna obesidade.
O ministério da Saúde adverte: Fumar causa câncer – é um dos principais alertas publicitários televisivos. O qual não é o suficiente para conscientizar em totalidade os fumantes sobre o risco de vida eminente. Da mesma forma, insistimos em ingerir alimentos nocivos à saúde, atos que permitem o Estado agir com medidas preventivas, evitando prejuízos.
Considerando que a liberdade tem o seu custo, o Estado está interessado em cortar gastos desnecessários. Em oposição à obesidade dos norte-americanos, a qual não é tratada em hospitais públicos, passando os prejuízos da má alimentação aos bolsos daqueles que se consideram “livres.”
Isso demonstra, o interesse das autoridades em diminuir o gasto com o Sistema único de Saúde (S.U.S) e evitar as “epidemias” do Séc. XXI, como: O Diabete, Colesterol alto, Obesidade… Pois, em troca de prazer, muitas pessoas consomem alimentos nocivos ao organismo, esquecem-se dos danos futuros, que serão reparados, em maior parte, pelos serviços do Estado.
No entanto, muitos são contra à intervenção, mesmo a maioria das pessoas não tendo capacidade técnica o suficiente para saber o que realmente ingerem, recorrem à existência da liberdade.
Esta, que usada de maneira incoseqüente, traz danos á saúde. Caso não exista medidas preventivas, as “epidemias” tornar-se-ão evidentes, e prejudiciais ao Estado.
Globalizando Raças
A globalização é o principal objetivo de todos os países, devido a isso já estabeleceram a principal unidade monetária para o comércio e continuam criando órgãos mundiais e investindo em tecnologias de comunicações.Visam agregar informações e diversidade cultural. Porém há resistência étnica entre as culturas quando o assunto é globalizar, sempre há intolerância e preconceito entre os migrantes.
Esta união resulta em conflitos étnicos, pois há intolerância em relação à cultura de outra nação. O medo de perder emprego ou de ter a cultura influenciada pelos migrantes é grande, basta olharmos para a influência que nós ocidentais estamos causando no oriente, a ponto de mulheres se sujeitarem a plásticas para terem uma estática mais ocidentalizada.
Há também o preconceito em achar que uma cultura é melhor do que a outra. É incabível afirmar algo relativo a raça, simplesmente pelo fato de todos pertencerem à raça humana. Devido a este princípio muitos governos investem em tecnologias de comunicações, a integridade aumenta, mas o racismo se digitaliza e gera conflitos em comunidades de redes sociais.
Enquanto houver a intolerância e o preconceito, não existirá unidade monetária e tecnologia suficiente para a globalização em totalidade. Quando houver o entendimento de que todos pertecem à raça humana, o mundo estará globalizado.